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Booklet do Cygnus Box

By admin
nov 24th, 2013
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    Versão traduzida por Sagatwin do bônus do Cygnus Box, o quarto volume da coleção de DVDs lançada pela Bandai Visual. Além da enciclopédia ilustrada dos personagens, o livreto traz inestimáveis informações dos bastidores da série, esboços conceituais, o memorando que deu origem aos combatentes escandinavos, idiossincrasias dos guerreiros-deuses, o mapa de Asgard e um catálogo de miniaturas da linha Saint Cloth.

   A publicação também premia os fãs com o registro de aparição de personagens, a quarta parte da discografia da série, a filmografia dos episódios ínsitos na caixa e duas entrevistas imperdíveis — os bate-papos com o maestro Seiji Yokoyama e com o ator Kôichi Hashimoto, antigo dublador do Cavaleiro de Cisne.

 

Publicação oficial de Saint Seiya (Os Cavaleiros do Zodíaco): Saint Seiya DVD Box 4 Cygnus. Lançamento: 26 de setembro de 2003.Número de catálogo: BCBA-1354.Tradução autóctone e edição: Fábio Vaz (Sagatwin)

Edições relacionadas:

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The Movie Box 

 

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Transcrição da Edição

 

Detalhes da Produção

Introdução ao Cygnus Box

 

   Os capítulos que compõem a Epopeia do Anel Dourado (74 a 99), também chamada de Saga do Extremo Norte da Europa (Asgard), são aclamados como obras-primas entre os episódios exclusivos da animação. A despeito da prolífica experiência do plantel do anime na criação de episódios esparsos — aventuras solo, sem liames cronológicos —, a decisão de produzir uma sequência de 24 títulos autóctones foi um ato louvável, haja vista a sua natureza temerária.

   No entanto, os riscos dessa empreitada foram meticulosamente calculados, já que a produção do primeiro filme recrudesceu a ineludível sensação de que o estafe estava apto a conceber histórias baseadas em sua própria percepção do universo da obra.

   A Epopeia do Anel Dourado foi construída sobre as bases do filme apresentado ao público da série em 3 de março de 1988, A Grande Batalha dos Deuses, um especial que narra a conflagração entre a turma de Seiya, cuja origem está intrinsecamente atrelada aos mitos da Grécia, e combatentes advindos da mitologia nórdica.

   A Grande Batalha dos Deuses foi o primeiro filme dirigido pelo homem que viria a se tornar o diretor-chefe de Hades: A Saga do Santuário, Shigeyasu Yamauchi. Esse trabalho aperfeiçoou o estilo de expressão da animação de Saint Seiya e se tornou objeto de idolatria dos fãs. 

   O processo de produção do segundo filme se iniciou quando a Saga das 12 Casas chegava à TV e, embora a popularidade da série estivesse inexoravelmente alta, a composição já começava a buscar uma forma de desenvolver o extenso panorama que o filme trazia a fim de utilizá-lo após os combates no Santuário.

   Na época em que foi sacramentada a publicação da Saga de Posseidon no mangá, não havia mais estoque de quadrinhos, o que tornava fisicamente impossível a conversão dessa fase de modo contíguo ao término da luta nas 12 casas. Isso culminou na decisão de veicular episódios independentes até que uma provisão de páginas fosse amealhada.

   No intento de engendrar a nova fase da série de TV, o senhor Takao Koyama se embasou numa reestruturação do segundo média-metragem para redigir o memorando intitulado Saint Seiya: Nova Série (A Epopeia do Anel Dourado) — Prólogo, Desenvolvimento e Epílogo (Planos).

   Finalizado na primeira dezena de janeiro de 1988, o memorando era a prova dos rápidos progressos da produção da Saga do Extremo Norte da Europa, visto que a decisão de realizar a transposição do pano de fundo de A Grande Batalha dos Deuses ocorreu no final de 87, antes da exibição do filme.

   Salvo exíguas exceções, os episódios que foram ao ar são bastante fiéis ao memorando, que pode ser chamado de matriz da Saga de Asgard. O estopim de tudo é o atentado de Shido contra a vida de Saori e sua subsequente derrota no embate com Seiya, acarretando a ascensão de Bado ao posto de legítimo guerreiro-deus. Apesar de haver a descrição da espada Balmung, a armadura de Odin não era mencionada. Também não havia nenhuma alusão às safiras de Odin.

   De acordo com o memorando, o desfecho das peripécias no país glacial serviria de ponte para a fase de Posseidon ao revelar a titânica entidade que se ocultava nas sombras para manipular Asgard. Esse final foi invertido, tornando-se o ponto de partida da história produzida.

   Os episódios da etapa de Asgard tinham características únicas e proporcionavam aos espectadores emoções diversas das propiciadas pelas narrativas que seguiam o fluxo do mangá.   

   Os guerreiros-deuses eram, uma vez mais, os inimigos a se interpor no caminho dos heróis; entretanto, havia uma abissal discrepância em relação à base apresentada no filme. Disparidade essa que se consubstanciava em diversos aspectos da nova fase, sobretudo nas complexas histórias pessoais de cada um dos antagonistas.

   O design final dos personagens ficou a cargo de Shingo Araki e Michi Himeno, ao passo que o esboço conceitual das vestes divinas foi idealizado pela equipe da Bandai. A confecção desses croquis congregou profissionais como Kojiko Yokoi (vestes de Delta e Gama) e Susumu Imaishi (veste de Zeta), conhecidos por seu trabalho em séries como SD Gundam.

   No tempo da difusão da saga do país setentrional, as armaduras de bronze foram renovadas para se igualar aos trajes envergados pelos cavaleiros nas páginas da Saga de Posseidon. O character design também adotou formas mais aguçadas e flexíveis. Nessa época, Saint Seiya atingiu o zênite, exibindo sua plenitude como animação televisiva.

 

 

 As Verdadeiras Faces dos Outros Guerreiros-Deuses

 

   Além das linhas gerais do enredo, o memorando do senhor Koyama trazia uma nota introdutória com fichas detalhadas de cada guerreiro-deus, informando o nome, os golpes mortais, os pontos fracos etc.

   Entretanto, o texto continha detalhes relacionados aos personagens que foram relegados pela obra televisionada, como a razão da imensa similitude entre Mime e Orfeu. Na seção abaixo, você pode conferir as fichas transcritas no prefácio do memorando da composição.

Obs.: os nomes e demais dados foram integralmente reproduzidos do conteúdo original.

 

Estrela Alfa — Siegfried de Dubhe

O líder do grupo. Confinado num ataúde de gelo eterno, foi revivido pelo poder maligno do Anel Nibelungo. Por essa razão, tem por Hilda uma lealdade de ardor sem igual. Guarda no peito uma espécie de amor platônico pela jovem, um sentimento semelhante ao que Jabu nutre por Saori.

Ambicioso, é o guerreiro-deus que se tornou uma lenda por exterminar um dragão.

 

Estrela Beta — Hagen de Merak 

Apenas um solitário mestiço. Orgulhoso de seu corpo brônzeo, é um niilista de poucas palavras. Como seu único intento é se digladiar com um poderoso oponente, não se importa em seguir Hilda ou Atena.

 

Estrela Gama — Thor de Phecda

Gigante e impetuoso, é um prodígio de força sobre-humana. Um super-homem em todas as acepções da palavra, Thor é o arquétipo de viquingue.

Venera Hilda e é um sectário da supremacia de Asgard na Terra. Porta o martelo Miollnir, que também se transfigura em um bumerangue.

 

Estrela Delta — Alberich de Megrez

O menor entre os 7 componentes do grupo e também um maquiavélico estrategista. Pérfido e tão pragmático quanto uma raposa, apoia Hilda por acreditar na vitória de Asgard. Detentor de uma frieza comparável à de Máscara-da-Morte. Seu excesso de autoconfiança se torna sua ruína.

 

Estrela Épsilon — Fenrir de Alioth 

Impulsivo e com o mesmo temperamento irascível dos lobos. Soberbo, excêntrico e selvagem.

 

Estrela Zeta — Bado de Alcor 

Gêmeo primogênito de Shido de Mizar. Era a sombra de Shido, mas a morte do irmão acende seu desejo de vingança e o faz desafiar o grupo de Seiya. Trata-se de um homem atroz. Seu semblante de jovem aristocrata não deixa a desejar quando comparado ao de Hyoga.

Transmite a lancinante impressão de ser tão frio quanto o gelo. Exatamente como Thor, tem a convicção de que Asgard deve controlar este mundo.

 

Estrela Eta —Mime de Benetnache (Alcaide)

O guerreiro-deus que recebeu a alma de Orfeu de Lira. Ostenta a mesma face de Orfeu e, obviamente, o mesmo caráter. Uma massa de ódio e vingança.

 

 

 

Seiji Yokoyama

 

Entrevista nº 1 — Compositor da Trilha Sonora

 

Saint Seiya é um trabalho de suma importância.”

 

Por favor, conte como se deu o envolvimento do senhor com Saint Seiya.

 

Tudo começou quando fui procurado pelo senhor Hiroshi Kimura, da Nihon Columbia (atualmente chamada de Columbia Music Entertainment). “Desta vez, vou lhe dar esse tal de Saint Seiya — ele disse.

Como eu não tinha o hábito de ler mangás, só soube da existência da obra depois do convite para o trabalho. Até hoje me lembro das palavras que ele me disse: “Conto com você. Faça-me boas músicas”.

 

Como foi o processo de produção das músicas do anime de Seiya?

 

A primeira coisa que fiz foi pedir algumas imagens coloridas dos personagens. Além de ter lido um pouco do mangá, na época da produção, eu preguei as fotos do Seiya, da Saori, do Ikki e do Shiryu na minha mesa.

Contemplá-las trazia à tona as imagens nas quais eu me inspirava para compor as melodias. Se eu me deixar enlevar pela história, escreverei músicas anódinas e insípidas.

Para mim, a trilha sonora é um aparato autônomo, alijado da trama. Também faço uso dessas imagens introjetadas para compor os temas.

Felizmente, as músicas agradaram ao mestre Kurumada, de quem recebi uma carta encantadora na época. No que tange aos filmes, as composições foram baseadas no storyboard.

 

Logo que um álbum chegava às lojas, outro era comercializado. Ao que parece, Saint Seiya manteve o senhor bastante ocupado…

 

Naqueles tempos, todos os LPs encalhavam nas prateleiras, mas, de alguma forma, Saint Seiya vendia bem e lançava um novo disco a cada dois ou três meses. 

Eu também trabalhava em outras produções para a TV e, sobrecarregado ou não, foi uma época que deixou saudade. Naqueles dias, o produtor Yoshifumi Hatano me falou com toda a sua amabilidade: “Escreva o que você quiser. Não limitarei o orçamento. Contrate todos os instrumentistas que precisar”.

Não pode haver um trabalho mais prazeroso do que este, pode?

 

Tenho a impressão de que a maior parte do trabalho se concentrou num período de dois anos. Isso procede?

 

Sim. Mesmo quando compunha melodias para outros programas de TV, Seiya continuava martelando em minha cabeça. Às vezes, eu tinha ideias para a trilha sonora no meio da refeição ou enquanto tomava banho. Eu pensava: “Ah! já sei! Vou usar isto no anime de Seiya!” [Risos.]

Eram aqueles insights…  aquelas ideias milagrosas que nascem do nada e salvam o dia…

 

Há alguma canção na trilha sonora de Saint Seiya pela qual o senhor tenha predileção?

 

A base da trilha sonora dos filmes era composta por temas musicais da série de TV. Na época do filme A Lenda dos Jovens Carmesins, eu pedi ao diretor Yamauchi permissão para compor uma espécie de coletânea original do título. A solicitude e a imediata autorização do diretor Yamauchi foram uma grata surpresa. É um bom álbum. Por favor, tente ouvi-lo.

 

A Lenda dos Jovens Carmesins tem a reputação de ser um modelo de filme perfeito…

 

Suponho que sim. Antes de morrer, eu ainda quero fazer uma superprodução cinematográfica de Seiya. Acho que uma hora e meia seria um tempo de duração perfeito. Eu tenho trocado algumas ideias com o mestre Kurumada a esse respeito. Entretanto, um filme custa dinheiro. [Sorriso amarelo.]

Mas que eu gostaria, gostaria…

Após o fim da série de Seiya, eu me reuni aos melhores músicos da Orquestra de Paris e da Europa para gravar a sinfonia do seriado Power Rangers Zeo* na Cidade-Luz. Na época, a difusão de Saint Seiya na França havia me tornado conhecido como “o Yokoyama, da composição musical”. A filhinha de uma instrumentista gritou abismada: “É o Yokoyama!” Aquilo foi sublime… [Risos.]

 

O senhor poderia nos falar de suas impressões acerca da produção de Saint Seiya?

 

Saint Seiya é um trabalho de uma importância para mim. É por isso que suas melodias decerto serão executadas no meu funeral. [Risos.]

Creio que é desnecessário dizer que as músicas das futuras produções de Seiya também terão presença cativa nas minhas exéquias. [Risos.]

Como todos devem imaginar, mesmo depois de tantos anos, eu ainda gostaria que as músicas de Saint Seiya fossem tocadas. Sobretudo, aquele tema de A Grande Batalha dos Deuses que tem sua abertura entoada por um coro masculino. Essa música não pode faltar de jeito nenhum.

Eu dizia a mim mesmo que me aposentaria quando fizesse 65 anos, mas já passei dos 68 e continuo a todo vapor. Se for convocado para trabalhar numa animação ou em outros segmentos, continuarei trabalhando.

 

O Japão agradece.

 

(2003 – entrevista concedida na casa do maestro Yokoyama.)

 

 

 

Kôichi Hashimoto

 

Entrevista nº 2 – O Dublador de Hyoga de Cisne

 

“(…) sinto que devo agradecer a Deus por ter me dado a oportunidade de encontrar este programa e de interpretar este personagem.”

 

Para começar, o senhor poderia nos falar das circunstâncias que o levaram a dublar o Hyoga?

 

Imagino que tenham sido as mesmas que levaram os outros atores a serem escalados para seus papéis. Tudo foi decidido por uma audição.

Recebi um portfolio com os personagens para examinar, mas, como todos eram deslumbrantes, eu já estava desistindo. Foi por isso que eu fiquei surpreso quando entraram em contato comigo mais tarde.

Depois de um tempo, ouvi dizer que o produtor Masayoshi Kawata, da TV Asahi, havia gostado e me recomendado. Eu disse a mim mesmo: “Eu lhe sou muito grato” e envidei todos os meus esforços para corresponder às suas expectativas.

 

O senhor acabou interpretando o Hyoga. Como foi isso?

 

A primeira coisa que fiz foi assimilar o personagem. Eu tentei desenvolver o papel de várias formas, mas, quando olhei para a imagem, aconteceu algo mágico: mimetizei naturalmente a expressão facial e o jeito de ser do Hyoga.

Eu já havia recebido um script; contudo, quando vi uma imagem do Hyoga, senti que tinha incorporado seu espírito.

 

Quando foi que o senhor começou a sentir a repercussão do trabalho?

 

A partir dos episódios 20 e 21, da luta contra o Cavaleiro de Cristal. Também foi quando adquiri autoconfiança. Dizem que uma dublagem é boa quando a sincronização respiratória é obtida. Mas isso ocorreu naturalmente quando dublei o Hyoga. Eu realmente senti que eu e o personagem havíamos nos tornado um só.

Mesmo para os paradigmas daqueles tempos, este trabalho reuniu em seu elenco uma extraordinária plêiade de artistas. Nem é preciso mencionar a participação de um ator da envergadura de Michihiro Ikemizu, no papel do Cavaleiro de Cristal, bem como a de Rukurô Naiya, interpretando o Camus, e de Shûichi Ikeda, como Milo.

Graças à oportunidade de contracenar com esses colegas ilustres, fui capaz de extrair o melhor deste papel. Enquanto o Hyoga amadurecia ao guerrear contra os cavaleiros de ouro na obra, acredito que eu amadurecia ao atuar com os dubladores mais experientes.

 

O senhor tem algumas recordações?

 

“Para nós, os sonhos jamais são impossíveis! Quando acreditamos num sonho e lutamos por ele, este se torna realidade.” Essa fala, que eu proferi na época da luta com o Milo, também me encheu de esperança. Além disso, eu perdi as contas de quantas vezes a transcrevi no rodapé dos meus autógrafos.

É por causa de coisas como essa que guardo comigo um número infindável de lembranças.

Também não me esqueço do Isaac, isto é, aquele amiguinho de infância, o colega de treino mais experiente. Ele carregou o fardo do seu carma e teve uma vida dramática. Foi por isso que todos comentaram.

Quando diz: “Amigo, gostaria que usasse esse espírito de luta pela justiça. Você seria um grande cavaleiro”, Isaac exorta Hyoga a crescer, e ele amadurece, não é verdade?

 

O embate com Milo foi a primeira batalha de Hyoga nas 12 casas, não?

 

Eu diria que sim. Além do mais, ele tinha sido reanimado pelo Shun após de sair do caixão de gelo, certo? E depois ele apareceu com o Shun nos braços… Aquela cena foi muito boa. Aquele tipo de cena era uma exclusividade do papel do Ikki até então. Como era a minha primeira experiência com aquele tipo de fala, eu ficava pensando: “Oh, não ficou legal”.

A sequência em que o Hyoga foi aquecido pelo Shun desencadeou uma grande discussão entre os fãs. [Risos.]

 

Como era o ambiente de trabalho com os outros atores no estúdio?

 

À exceção da hora de atuar, fazíamos piada o tempo todo, o clima era muito harmonioso. Mas a atmosfera mudava na hora de dublar. Havia muita tensão no ar, um nervosismo infundido pela presença dos veteranos.

 Atuar num ambiente como aquele era uma alegria, entende? Nós dubladores dos cavaleiros de bronze também acabamos por cultivar um sentimento de rivalidade mútua, razão pela qual o cosmo de todo o pessoal podia ser sentido no estúdio.

Hoje em dia, é raro ver muitos veteranos dentro de um estúdio. Há poucas obras com tamanha profusão de personagens principais. Pouquíssimos trabalhos têm grande variedade de personagens de peso.

Eu partilho o mesmo sentimento que o Hyoga externa na fala “houve um tempo em que eu amaldiçoava o meu infeliz nascimento, mas agora eu agradeço a Deus por Ele ter me permitido viver ao mesmo tempo que os meus amigos”.

Como ele, sinto que devo agradecer a Deus por ter me dado a oportunidade de encontrar este programa e de interpretar este personagem.

Por essa razão, este trabalho é inesquecível para mim.

 

Para terminar, por favor, envie uma mensagem aos fãs que compraram estes DVDs.

 

Visto que o Hyoga não tem uma participação muito ativa nesta nova fase, Hades: A Saga do Santuário, eu gostaria que vocês se divertissem assistindo à série de TV para rever o Cisne em ação. [Risos.]      

Por favor, fiquem eufóricos assistindo aos DVDs e, com essa mesma excitação, aguardem os desdobramentos que estão por vir.

 

 (2003 – entrevista concedida na sede da agência Aoni Production.)

 

 

 

 

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2 Responses to “Booklet do Cygnus Box”

  1. Cléber Leite disse:

    Essa é a parte que menos gosto, mas o trabalho está magnífico como sempre. As músicas de CDZ são realmente as melhores. Muito obrigado por traduzir.

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