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Depoimento do Produtor Executivo Hiroshi Takeda — Jump Gold Selection 2

By admin
In Estafe & Elenco — Entrevistas e Depoimentos
set 15th, 2013
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“Também há muitas pessoas apaixonadas por Seiya no estafe.”

   Seiya consiste na força do mangá e nos personagens do senhor Araki (Shingo) e, uma vez que existem componentes como os cenários do estúdio Mukuo, não há como negar o impacto elevado do senhor Morishita (Kōzō), que refina esses elementos naquele estilo, mas creio que se trata de uma produção obtida pela sinergia dessas várias forças.  

   A minha função, de encarregado da produção, se traduz na coordenação de toda a operação concernente à realização, ou melhor, mais propriamente no gerenciamento de todos os passos compreendidos entre o recebimento dos roteiros dos produtores do planejamento e a finalização do filme preliminar.  

   Como podem imaginar, trata-se da pessoa que determina a equipe a cargo da operação em si e se incumbe da inspeção do progresso dos trabalhos e coisas do tipo; no entanto, no caso de Seiya, como utilizam efeitos especiais e fazem coisas extremamente trabalhosas na área da fotografia também, até mesmo produzir conforme o cronograma é bastante complicado.

   Mas isso não significa que podemos estourar o orçamento e, em meio a essa coordenação, às vezes acabo entrando em conflito com o pessoal da direção de episódios e outros profissionais. (Risos.)

   Contudo, se não puderem gastar seu tempo, eles não podem criar grandes cenas. Como existem aspectos sem os quais não seria a produção de nome Seiya de forma alguma, nessas partes, são utilizadas mais técnicas avançadas em setores como a fotografia do que nas outras produções.

   Consequentemente, o fato de conseguirmos uma produção deste nível se deve à existência de um monte de pessoas apaixonadas por Seiya dentro do estafe, não é verdade? Na animação, no acabamento…

   No entanto, exatamente por haver pessoas assim, há o fator de eu também estar fazendo pedidos bem impossíveis, não é? Recentemente, o filme do verão… aquilo foi difícil, viu? Como se trata de uma produção que fizemos simultaneamente à série de TV, na etapa final da elaboração, já acabei preso no trabalho por 3 ou 4 dias, passando as noites na empresa… (Risos.)

   Ainda assim, trabalhando dessa forma, já ultrapassamos 100 capítulos e, mesmo na direção dos episódios, vêm surgindo jovens profissionais por meio da substituição dos diretores do início. É uma coisa auspiciosa, não é verdade? Entre as produções das quais fui encarregado até hoje, Seiya não apenas é o trabalho que fez mais sucesso, mas penso que também é o que me marcará mais profundamente.

   Em relação ao conteúdo, o Ikki é o personagem de quem gosto mais. Quando nos perguntamos se ele não vai aparecer, ele surge, não é mesmo? (Risos.)

   Aquela coisa de filmes de época… Como sou do tipo que sequer consegue assistir a 47 Rōnin sem chorar (Risos.), mesmo que saiba a conclusão, me deleito com o padrão, entende? É que adoro trabalhos como Yabure Gasatō-Shū, que eu fazia na TV… (Risos.)

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