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Panfleto de A Lenda dos Jovens Carmesins — A Batalha de Abel

By admin
In Publicações acerca dos 4 primeiros filmes
nov 18th, 2013
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   Os “cavaleiros” são os jovens que protegiam a deusa Atena na época da Grécia mitológica. Munidos unicamente do potencial bélico dos seus corpos, eles não apenas eram capazes de rasgar os céus com os punhos, mas abriam a terra a pontapés.

    A prova de ser um cavaleiro reside nas armaduras, vestimentas sagradas que encampam suas constelações como estrelas guardiãs. Ao envergar uma armadura, esses jovens se tornavam os seres mais poderosos da Terra.

    Dizem que, quando este mundo estiver conspurcado pelo mal, os guerreiros da esperança se levantarão, os sagrados cavaleiros de Atena.

       Depois das duras peripécias e dos enfurecidos combates travados nas páginas da Shônen Jump e na animação semanal, Seiya, Shiryu, Hyoga, Shun e Ikki se deparam com o inimigo mais poderoso de toda a série: Abel!

       Abrem-se as cortinas da maior batalha da história – os cavaleiros de bronze são compelidos a enfrentar três combatentes incomparáveis, que trazem consigo os cavaleiros de ouro que tombaram na Batalha das 12 Casas.

       Com o adorno de fantásticos raios de luz, são disparadas incontáveis técnicas mortais! As lutas de morte, deflagradas no suntuoso Templo da Coroa do Sol, erigido em Dignity Hill, o quartel-general do onipotente Abel, são de encher os olhos!

       O público é presenteado com a aparição de cavaleiros escolhidos apenas para proteger Abel, guerreiros extrínsecos a todas as classes da confraria do Santuário, formada do bronze, da prata e do ouro.

       Como os cinco cavaleiros de bronze poderão fazer frente a homens cujo cosmo até parece investido da Providência divina?! Lutem, cavaleiros de Atena! Guerreiros do amor, amizade, esperança e justiça!

       Além das cenas espetaculares que se desenvolvem no mundo dos deuses, A Lenda dos Jovens Carmesins é um épico de amor e luta, o mais pujante e emocionante retrato das aventuras dos cavaleiros.

       A direção do longa-metragem ficou a cargo de Shigeyasu Yamauchi, diretor de episódios da série de TV e do filme A Grande Batalha dos Deuses, ao passo que o enredo é de Yoshiyuki Suga, roteirista do seriado e das animações Supercampeões e Akakage, o Ninja Mascarado.

       Shingo Araki, prócere dos animes que amealhou uma legião de fãs sectários com o seu trabalho em séries como Danguard Ace e Rosa de Versalhes, recebeu a incumbência de dirigir o processo de animação, produzindo uma charmosa expressão visual para o longa.

       A música-tema do filme foi interpretada pela cantora Hitomi Tôyama, conhecida por sua pungente intensidade.

       Parâmetros, poderes, classes… tudo é renovado para Seiya, Shiryu, Hyoga, Shun e Ikki! Nasce, aqui e agora, a nova lenda dos cinco jovens que fazem seu chamejante cosmo queimar!

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Mensagem do Autor — Masami Kurumada

 

   Graças aos esforços do pessoal da produção e ao suporte maciço dos fãs, parece que as animações para o cinema,que estrearam no verão do ano passado e na primavera deste ano, se tornaram bastante populares. Como autor da obra, gostaria de expressar minha gratidão a todos vocês.

       Cada filme é uma história original, distinta dos quadrinhos, mas, como me engajei ainda nos estágios de produção, participando de partes como a composição da trama e do character design, fiquei muito contente por conseguirmos a mesma receptividade do mangá entre os fãs.

       Neste verão, estou muito empolgado por ser um longa-metragem, um filme exibido nos mesmos cinemas que as megaproduções ocidentais.

       Eu participei ativamente desde a fase do roteiro e, com o objetivo de deixar o filme mais interessante, tive inúmeras conversas com os produtores.

       Como se supunha, a narrativa também é original, apartada do mangá. Na minha opinião, o filme é emoção garantida, uma obra que sincretizou as atuações da turma de Seiya, seu senso de justiça e amizade.

 

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 Sinopse

 

   Num onírico dia ensolarado, Saori é surpreendida pela aparição de um belo rapaz. O jovem, que emana uma gigantesca cosmoenergia, se autodenomina Abel, o filho de Zeus, e traz consigo três cavaleiros: Atlas, Jaô e Berenice.

       Abel e Atena (Saori) eram irmãos na era da mitologia, época em que o todo-poderoso Zeus purgou a humanidade com o “Dilúvio de Deucalião”, um castigo celeste por desafiar as ordens divinas e corromper a Terra com a sua maldade. Tal qual o pai fizera milhares de anos antes, Abel voltou a este mundo com o intuito de aniquilar a raça humana, que novamente se degenerou.

       Quando Abel, vislumbrando o fim do mundo, está para arrebatar a deusa, Seiya, Shiryu, Hyoga e Shun correm em seu auxílio, mas Shura, Camus, Afrodite, Máscara-da-Morte e Saga, os cavaleiros de ouro que deveriam ter tombado na batalha das 12 casas do Santuário, se interpõem no caminho dos cavaleiros de bronze. Eles ressuscitaram pela graça e grande poder do cosmo de Abel.

       Para a surpresa de todos, Saori rejeita os garotos, dizendo que acompanhará o irmão. Seiya tenta proteger Atena, mas é massacrado por Atlas. Seguindo o irmão, a deusa vai embora. 

       Com os corações em pedaços ante o abandono, os cavaleiros de bronze se separam.

       Tencionando proteger seu amado planeta e as pessoas que nele vivem, Saori planejava destruir Abel no Templo da Coroa do Sol*. Ela jamais abandonou ou traiu os meninos!

       No entanto, Abel se dá conta do ardil da irmã e a elimina a sangue-frio! Antes de se dissipar, a cosmoenergia da deusa se despede do grupo de Seiya, que havia se dispersado pelos quatro cantos do mundo.

        Rastreando a emissão do cálido cosmo de Saori, os cavaleiros rumam para Dignity Hill, no Santuário.

       Testemunhas do assassinato de Atena, Camus e Shura, que haviam jurado lealdade à deusa, se rebelam contra Abel.       

       Os leais cavaleiros dourados acabam se digladiando com Berenice e Jaô; contudo, também não são rivais para os cavaleiros da coroa do Sol.

       Visando o Templo da Coroa do Sol, Seiya tem um novo encontro com Atlas, mas, novamente, se mostra absolutamente impotente contra o servo de Abel, caindo derrotado.

       Nesse meio-tempo, Shiryu é enviado ao país dos mortos pela técnica de Máscara-da-Morte, mas finalmente consegue se livrar do poderoso desafeto.

       Shun, que travava uma terrível luta contra Afrodite, é salvo por Ikki, mas o feliz reencontro dos irmãos é abruptamente interrompido por Atlas, que os leva ao chão com o seu golpe ultramortífero.

       No decorrer das batalhas, Saga vai ao encontro de Seiya para lhe dar o golpe de misericórdia.

       Após revelar os verdadeiros sentimentos de Atena, o Cavaleiro de Gêmeos diz a Seiya, que agoniza às portas da morte, que Saori pode voltar à vida, se Abel for derrotado antes que a alma da deusa caia no “Yomotsu”, o abismo da morte.

       Apesar dos ataques do cavaleiro dourado, a cosmoenergia de Seiya pega fogo. Saga é derrotado!

       Fica-se sabendo que o duelo não passou de um subterfúgio para reanimar Seiya e exortá-lo a lutar.

       Para permitir que Seiya adentre o Templo da Coroa do Sol, Saga se sacrifica, subindo aos céus com Jaô, seu companheiro nas estradas da morte.

       No templo solar, Abel ordena que Hyoga construa um ataúde de gelo para Saori, e a recusa do Cisne deflagra uma luta de morte contra Berenice.

       Mesmo sofrendo com os ataques de Berenice, Hyoga vence o combate.

       Com os corpos em frangalhos, Hyoga, Shiryu, Shun e Ikki chegam, um após o outro, ao Templo da Coroa do Sol. Seiya se reúne a eles!

       Nem mesmo as investidas de Atlas são capazes de arrefecer a vontade de Seiya, Shiryu e Hyoga, que elevam seu cosmo ao limite para conjurar as armaduras douradas.

       Seiya enverga a armadura de Sagitário, ao passo que Shiryu é assistido pela armadura de Libra, vestimenta do Mestre-Ancião, e Hyoga, pela armadura de Aquário, legado de Camus.

       O trio fulmina Atlas, ficando, enfim, cara a cara com Abel; porém, Shiryu e Hyoga vão a nocaute com apenas um golpe do deus!

       Após despertar o sétimo sentido supremo, Seiya trespassa o peito de Abel com a flecha de Sagitário e resgata Saori da morte!

       Assim, o nosso mundo e a vida de Saori são salvos por Pégaso e seus amigos.

 

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O Mundo dos Cavaleiros

Genealogia das Batalhas

 

   Na era da mitologia, existiam jovens que protegiam Atena. Chamados de cavaleiros de Atena, eles eram capazes de cortar os céus com os punhos e de separar a terra a pontapés. Façamos uma retrospectiva do mundo de Saint Seiya, que utiliza os mitos da Grécia como pano de fundo para retratar a amizade e as ardentes batalhas desses meninos.

        Ao tomar conhecimento da existência dos lendários cavaleiros e se render ao seu fascínio, Mitsumasa Kido, da fundação Graude, enviou cem garotos a diversas localidades em volta do globo. Seu objetivo era formar um contingente de cavaleiros.

       Seis anos mais tarde, os meninos que superaram as adversidades e obtiveram êxito em se sagrar cavaleiros retornaram ao Japão. Entre eles estava Seiya, o rapaz que voltou com a armadura da constelação de Pégaso.

       Encampando o último desejo do finado Mitsumasa, a neta do magnata, Saori Kido, organizou a Guerra Galáctica, a monumental competição pela armadura de ouro, a máxima distinção na hierarquia dos cavaleiros.

       Todavia, quando o torneio chegava a sua metade, a vestimenta dourada de Sagitário acabou sendo roubada por Ikki de Fênix, um cavaleiro que se insurgiu contra os colegas.

       No encalço de Fênix, os cavaleiros de bronze defrontaram-se com os cavaleiros negros, homens que renunciaram aos punhos dos cavaleiros justiceiros para satisfazer suas próprias ambições, seguindo Ikki e dedicando-se a derramamentos de sangue.

       Capitaneados por Seiya, Hyoga, Shiryu e Shun derrotaram o séquito de guerreiros espúrios e restituíram a armadura de ouro a Saori.       

       Nesse momento, surgiram os cavaleiros de prata, enviados pelo Santuário, o quartel-general dos cavaleiros, para aniquilar o grupo de Seiya, que violou o código de conduta dos cavaleiros por combater em prol de anseios pessoais.

       A proteção de Saori e a pilhagem de sua armadura dourada desencadearam novas batalhas mordazes, vencidas com o auxílio de aliados como Ikki, que mudou após a comunhão com os amigos, e Marin, a preceptora do Cavaleiro de Pégaso em Atenas.

       Sentindo a sombra de maldade que se ocultava detrás da santa imagem do Papa, que deveria arregimentar os 12 cavaleiros dourados no refúgio e atuar como o egrégio servidor de Atena na Terra, os rapazes embarcaram com Saori rumo ao Santuário.

       No entanto, ao cair na cilada arquitetada pelo sumo pontífice, a jovem acabou tendo o peito alvejado por uma flecha de ouro.

       Ninguém além do Grande Mestre poderia extrair a flecha, que haveria de transpassar o coração da deusa ao final de doze horas!

       Como o “salão do Mestre” ficava no topo do Santuário, incrustado no cimo das moradas guardadas pelos cavaleiros dourados, iniciou-se a luta de Seiya e seus amigos para atravessar as 12 Casas do Zodíaco.

       No decorrer dessa guerra, o grupo de Seiya amadureceu de forma fantástica, despertando o poder para resistir até mesmo aos cavaleiros de ouro.

       No Tôei Manga Matsuri do verão de 1987, “Seiya” fez sua estréia nas telonas. Nesse filme, os cavaleiros de bronze confrontaram os cavaleiros-fantasmas, liderados por Éris, a deusa da discórdia.

       No Manga Matsuri da primavera deste ano, o palco mudou para Asgard, a nação dos deuses, na Europa setentrional. Nesse novo cenário, os cavaleiros tiveram uma espantosa conflagração com o maléfico Patriarca Dorbal, que tencionava governar o mundo, e seus sequazes, os guerreiros-deuses.

       Seguindo a trama da obra original, a série de TV se valia da junção de episódios e personagens exclusivos da animação (a exemplo dos cavaleiros de aço e do Cavaleiro de Cristal) para avançar; mas, desta vez, o seriado se apropriou das configurações do segundo filme para entrar numa nova fase, a saga original do norte da Europa!

       Atualmente, o mangá semanal está na saga do Santuário do Mar, que foca a guerra desesperada que a turma de Seiya trava contra os marinas. Outra etapa absolutamente eletrizante!!

       Agora veremos Seiya e os demais cavaleiros com as novas armaduras de bronze. Além disso, a luta no primeiro longa-metragem da série será contra o irmão mais velho de Atena, o deus Abel! Pode-se dizer, sem dúvida, que este é o inimigo mais terrível da história dos cavaleiros!!

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12 Responses to “Panfleto de A Lenda dos Jovens Carmesins — A Batalha de Abel”

  1. Cléber Leite disse:

    Perfeito demais. Esse pabfleto é muito maior que os outros. Por que? O diário do diretor Morishia é incrível. O filme ficou pronto rápido demais. Posso pedir que você também faça o do Tenkai?

    • admin disse:

      Este é o meu filme favorito. Para mim, é um exemplo perfeito de shônen. O panfleto é maior que os demais porque se tratava de uma produção maior, um longa-metragem. Não tenho interesse em traduzir o panfleto do Tenkai. Como não gosto dessa produção, não tenho vontade de traduzi-la, apesar de ter o livro na minha coleção. Se não estou enganado, outras pessoas estão traduzindo esse panfleto.

  2. Djunior1 disse:

    só fiquei decepcionado , quando , segundo a classificação oficial das armaduras, as armaduras dos servos de Abel seriam também de bronze ;;;;

    • admin disse:

      Essas “classificações oficiais” não passam de tentativas de coadunar universos paralelos. Como o Atlas disse, trata-se de combatentes e vestimentas extrínsecos à confraria de Atena. Não pertencem à classe de guerreiros segmentada por bronze, prata ou ouro. E o poder deles, como salta aos olhos no filme, não é inferior ao dos cavaleiros dourados.

  3. Geraldo Veras disse:

    Após alguns meses vendo detidamente cada um de seus trabalhos aqui, enfim chego ao ultimo. Escolhi especialmente este para o final por compartilhar de sua opinião no tocante ao terceiro ser o melhor filme. Aliás posso dizer que compartilho de praticamente todas as colocações expostas aqui.

    Assim, deixei para comentar apenas agora também, mesmo depois de (pasmem, li o primeiro em dez de 2013 e só agora terminei) quase 2 anos anos lendo e relendo (apreciando, para ser sincero) seus trabalho de tradução e adaptação desses incríveis materiais só tenho uma coisa a dizer: OBRIGADO;

    Aliás, tenho duas: duvido que neste país exista alguém tão fã de SS quanto você. Fico com uma boa sensação de não estar me sentir mais tão só, já que pouquíssimas pessoas acompanharam SS com uma visão mais aprofundada.

    • admin disse:

      Alegra-me saber que você gostou. Por captar a essência da série, este realmente é o meu filme favorito. Por favor, continue acompanhando as publicações e não hesite em postar as suas opiniões.

  4. Walter disse:

    En la parte del mensaje de Kurumada dice “la serie de anime mas popular de la historia”, faaa, era porque en esa epoca era la serie mas popular de Japon, tanto que lidero los ingresos de Toei en 1987, sin duda fue uno de los grandes sucesos de los 80 en ese pais y los que dicen que no tuvo exito es porque no saben nada, hasta fue la serie con mas portadas de la shonen jump en 1987 y 88 y solo las series de elite logran tal cosa en esa revista.
    Que buen trabajo y obrigado por la traduccion

    • admin disse:

      Estoy de acuerdo con todo lo que dijo. amigo. “Saint Seiya” fue el gran éxito de los años 1987 y 1988. Sin embargo, esta frase parece haber sido introducido por el editor del folleto, no por el maestro Kurumada. Le recomiendo que lea el libro Jump Gold Selection 1. Quedo a la espera de sus comentarios. Muchas gracias.

      • Walter disse:

        gracias por responder y si, ya se que no lo dijo kuru, es cosa de la produccion, a lo que me refiero es a la estupida percepcion que tienen en latinoamerica de que la serie no tuvo exito en japon cuando hay datos que dicen lo contrario.
        Sea como sea me encanta Saint Seiya desde los 90, saludos desde argentina

        • admin disse:

          Es verdad. De hecho, hay esta idea errónea de que la serie no ha hecho mucho éxito. Creo que esta idea es el resultado de una comparación tonta con Dragon Ball Z. Saint Seiya hizo mucho más éxito que Dragon Ball – tanto en términos de audiencia y en el éxito de marketing – durante el tiempo que ambas series se han emitido. Entre 1986 y 1988, fue vendido unos 12 millones de miniaturas sólo en Japón. En otras palabras, una décima parte de la población del país en ese momento. Dragon Ball Z debutó 18 días después del final de Saint Seiya, e incluso en la Shonen Jump, la transición a la fase Z ya se ha producido en manga después del ocaso de Saint Seiya, que coincidió con la colocación de la gran saga de Asgard.
          Después de la colocación de Dragon Ball Z en Latinoamérica, las comparaciones con Saint Seiya comenzaron,y también el mito de que la serie no ha hecho mucho éxito. Dragon Ball Z es la animación más famosa en la historia de Toei (quizás el más famoso shônen de la historia ), mientras que el anime Saint Seiya fue la televisión de mayor éxito en el 87 y el 88.
          Esta creencia absurda nació de la ignorancia de los medios de comunicación especializados en América Latina. Los incompetentes que trabajaban en la revista “Héroi”, por ejemplo, eran semialfabetizados en Portugués, pero compraban las revistas japonesas (de hecho, especializadas) y escrebian sus historias con base en los diseños de página. Cuando Saint Seiya llegó a América Latina, la serie había sido cancelada cuatro años antes en Japón y Dragon Ball Z estaba en su apogeo. Al ver que las revistas sólo se trajeron materiales de dragón Ballz, dedujeron que Saint Seiya no tuvo éxito, creando esta falsa percepción y el consiguiente odio entre los fans de Saint Seiya y Dragon Ball Z.
          Muchas gracias.

          • Walter disse:

            exacto, al llegar la serie a latinoamerica y navegar por internet( que no era masivo) o ver revistas como dijiste y no ver el apogeo de seiya en japon porque ya habia trminado, creyeron que habia sido un fracaso, y de ahi quedo esa idea.
            Al entrar en webs japonesas me di cuenta de la imortancia que tuvo en los 80 la serie

          • admin disse:

            Creo que la Internet sólo se hizo popular entre los años 1999 y 2000 en Brasil. No debe haber sido muy diferente en Argentina, verdad?
            En los años 90 ya existían revistas relativamente especializadas en Francia e Italia, pero nosotros estábamos totalmente en la oscuridad.

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